A Receita Federal fará uma transmissão ao vivo na próxima terça-feira, dia 22 de abril de 2026, às 15 horas. O assunto principal será a Isenção por Moléstia Grave no Imposto de Renda da Pessoa Física.
O evento é a sexta edição de uma série de lives que acontecem todas as quartas-feiras. O objetivo é orientar os contribuintes sobre diversos aspectos da declaração do IRPF, com temas variados até o período de entrega de 2026.
Na apresentação, serão explicadas as situações em que a isenção pode ser aplicada. Também será detalhada a lista de doenças que dão direito ao benefício, de acordo com a lei.
Outro ponto importante será a documentação necessária para comprovar a condição de saúde. A live vai mostrar quais são os requisitos exigidos e como apresentá-los à Receita Federal de forma correta.
Além disso, serão esclarecidos os procedimentos que o contribuinte deve seguir caso a declaração seja retida na malha fiscal por questões relacionadas à isenção por moléstia grave.
A participação é aberta a todos os interessados. A Receita Federal destaca que é uma chance de aprender mais sobre o tema, evitar erros na declaração e cumprir as obrigações tributárias com mais segurança.
A transmissão será feita pelo canal da Receita Federal no YouTube. Para assistir, basta buscar pelo título Live IRPF 2026: Isenção por Moléstia Grave na plataforma, no dia e horário marcados.
Quem ministrará a palestra é o auditor-fiscal Marco Antonio Ferreira Possetti. O evento foi anunciado pela Receita em seu portal oficial no dia 17 de abril de 2026.
As lives do IRPF são uma iniciativa para aproximar o Fisco do cidadão e tirar dúvidas comuns. A expectativa é que, com essas orientações, haja menos inconsistências nas declarações entregues, agilizando a restituição para quem tem direito.
A isenção por moléstia grave é um direito previsto em lei para contribuintes portadores de doenças específicas, como câncer, esclerose múltipla, cardiopatia grave e outras. O benefício isenta o titular do pagamento do Imposto de Renda sobre determinados rendimentos, como apocentadorias e pensões.
Para ter acesso ao benefício, é obrigatório apresentar laudos médicos que comprovem a doença, seguindo critérios técnicos estabelecidos. A análise é feita caso a caso pela Receita Federal, que pode solicitar exames ou avaliações adicionais.
